@MASTERSTHESIS{ 2019:61000192, title = {Associação entre insuficiência de convergência ocular e disfunção temporomandibular: estudo transversal}, year = {2019}, url = "http://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/2314", abstract = "Introdução: A Disfunção Temporomandibular (DTM) é um quadro complexo e multifatorial, sendo a condição de dor orofacial mais comum de origem não dentária, e levando em consideração que as alterações na articulação temporomandibular (ATM) podem estar relacionadas à região crânio-cervico-mandibular, sabendo que as estruturas que dão origem aos nervos que comandam os movimentos extraoculares (MEOs) têm uma proximidade das estruturas que controlam a parte sensitiva e motora da face e, por sua vez, com a musculatura do globo ocular, surge a seguinte pergunta: será que indivíduos com DTM apresentam insuficiência de convergência ocular? Objetivo: O objetivo principal deste estudo é avaliar e identificar se há associação entre insuficiência convergência ocular e DTM e o objetivo secundário é avaliar se há associação de dor com amplitude de movimento mandibular nos diferentes graus de DTM. Metodologia: Foram incluídos no estudo 138 indivíduos com DTM (77.46% do gênero feminino, 22.10% do gênero masculino), com idade média de 26.51±6.14 anos e 46 indivíduos sem DTM (28.2% do gênero masculino, 71.7% do gênero feminino), com idade média de 25.52 ± 5.81 anos. Todos foram avaliados por meio do Critério Diagnóstico para Pesquisa das Desordens Temporomandibulares (RDC/TMD), Índice Anamnésico de Fonseca (IAF), Escala Numérica de Dor (END) e a Amplitude de Movimento Mandibular (ADM) por meio da Paquimetria. Para avaliar e diagnosticar a convergência ocular foi aplicado o Teste de Convergência (TC) e o questionário de Sintomas de Insuficiência de Convergência Ocular (CISS). A análise de variância (ANOVA) univariada com test post hoc de Bonferroni foi utilizada para comparar a idade e a abertura bucal e o de Kruskal-Wallis com test post hoc de Dunn’s para verificar a abertura bucal e dor entre os grupos após a anormalidade dos dados ser verificada pelo teste de Shapiro Wilk. O teste do Qui-quadrado foi aplicado para avaliar a associação entre os subgrupos de DTM de acordo com o Índice Anamnésico de Fonseca, com gênero e a convergência ocular. O nível de significância aceito foi de p < 0.05. Resultados: Foi possível observar a prevalência de indivíduos com convergência para todos os grupos: sem DTM (91%), DTM leve (84.7%), DTM moderada (89%), DTM grave (67,3%) . Porém a convergência não pode ser modificada com o grau de DTM, ou seja, conforme o aumento da severidade da DTM, não há um aumento de indivíduos inconvergentes (p<0.003). Também observamos um predomínio do lado direito ser inconvergente. Em relação à dor, as médias de todos os níveis de severidade foram estatisticamente diferentes em relação ao grupo saudável (p <0,01: Test post hoc de Dunn’s). Além disso, foi possível observar que a abertura bucal diminui de forma significativa (p <0,01: Test post hoc de Dunn’s) de acordo com a severidade. Conclusão: Mediante os resultados do presente estudo a prevalência de indivíduos com convergência normal são maiores para todos os grupos de severidade de DTM e para o grupo sem DTM, ou seja, a convergência não pode ser modificada com o grau de DTM.", publisher = {Universidade Nove de Julho}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação}, note = {Saúde} }