@MASTERSTHESIS{ 2022:17016933, title = {Efeito da estimulação não invasiva do nervo vago na modulação autonômica cardíaca dos pacientes com COVID-19: estudo clínico, controlado, cego e randomizado}, year = {2022}, url = "http://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/3109", abstract = "Objetivo: Avaliar os efeitos da estimulação transcutânea auricular do nervo vago auricular (ETANV) na modulação autonômica cardíaca de indivíduos acometidos por COVID-19. Desenho: Ensaio clínico, randomizado, cego e controlado por placebo. Local: foi realizado no Hospital professora Lydia Storopoli. Participantes: Participaram do estudo 45 indivíduos adultos com COVID-19 internados no Hospital professora Lydia Storopoli. Os participantes foram randomizados para receber estimulação experimental mais cuidados médicos usuais (a-ETANV) e estimulação controle mais cuidado médicos usuais (s-ETANV). A ETANV foi aplicada duas vezes ao dia durante sete dias consecutivos, totalizando x sessões de 90 minutos de estimulação para cada sessão. Um eletrodo para estimulação foi posicionado sobre o tragus esquerdo e outro sobre a clavícula esquerda. O grupo controle realizou o mesmo protocolo do grupo experimental, no entanto, o equipamento permaneceu desligado. A variabilidade da frequência cardíaca (VFC) foi avaliada antes e após sete dias de tratamento com um polar foi posicionado sobre o tórax dos participantes, em decúbito dorsal, com um pouco de água para umedecer, durante 15 minutos, sendo considerados válidos aqueles com pelo menos cinco minutos de sinal estacionário pelo programa Kubios HRV. Resultados: Não houve alterações nos resultados da VFC. Na BF os resultados pré foram IC 95% (40,5 a 62,9) e pós IC 95% (48,4 a 70,1) para o grupo a-ETANV, e para o grupo s-ETANV foram pré IC 95% (37,7 a 61,6) e pós IC 95% (45,7 a 69,9). Também não houve significância entres os grupos IC 95% (-14,4 a 18,4) com p= (0.812). Na AF os resultados pré foram IC 95% (36,9 a 59,2) e pós IC 95% (29,1 a 41,4) para o grupo a-ETANV, e para o grupo s-ETANV foram pré IC 95% (38,0 a 61,9) e pós IC 95% (30,1 a 54,0). Também não houve significância entres os grupos IC 95% (-18,1 a 14,5) com p= (0.829). Na razão de BF/AF os resultados pré foram IC 95% (0,56 a 5,18) e pós IC 95% (3,15 a 7,76) para o grupo a-ETANV, e para o grupo s-ETANV foram pré IC 95% (0,33 a 5,26) e pós IC 95% (0,83 a 5,76). Também não houve significância entres os grupos IC 95% (-1,21 a 5,54) com p= (0.208). Conclusão: A ETANV não mostrou efeitos na modulação da VFC em indivíduos internados com COVID-19.", publisher = {Universidade Nove de Julho}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação}, note = {Saúde} }