@PHDTHESIS{ 2023:1942382692, title = {Análise combinada de variáveis biomecânicas por meio de uma rede neural artificial auto-organizada e o uso do statistical parametric mapping na capacidade de diferenciar mulheres com dor patelofemoral}, year = {2023}, url = "http://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/3300", abstract = "Introdução: Indivíduos com dor patelofemoral (DPF) apresentam dor durante a marcha, entretanto não apresentam alterações em movimentos que aumentam o estresse da articulação patelofemoral nessa tarefa. Não se sabe ao certo como a dor e o movimento se relacionam na marcha e a evidência das alterações cinemáticas nessa tarefa são limitadas. A DPF está relacionada a mudanças na atividade muscular e nos padrões de movimento durante tarefas funcionais. Apesar da análise da amplitude do sinal na eletromiografia ser comum a evidência a cerca dessa variável na DPF é heterogenia e limitada. Objetivos: 1. Determinar se a análise combinada de dados cinemáticos e eletromiográficos aumenta a capacidade de diferenciar mulheres com e sem DPF, em comparação com a análise independente de cinemática e eletromiografia. 2. Comparar a cinemática angular da marcha entre mulheres com e sem DPF através do Statistical Parametric Mapping (SPM); comparar variáveis lineares da cinemática da marcha entre mulheres com e sem DPF; avaliar a relação entre a intensidade de dor e a cinemática angular em mulheres com DPF nas variáveis que apresentam diferença entre os grupos. Métodos: 1. Estudo caso-controle que avaliou a cinemática e eletromiografia durante o Step Down lateral (SDL) de 37 mulheres com DPF e 34 saudáveis. Para a cinemática 3D, foram avaliados movimentos nos planos sagital, frontal e transverso do tronco, pelve, quadril, joelho e pé. Para a eletromiografia foram utilizados sinais dos músculos adutor longo, glúteo médio, vasto lateral e medial, reto femoral, bíceps femoral, gastrocnêmio medial e tibial anterior. O Movement Deviation Profile (MDP) foi utilizado para analisar cinemática, eletromiografia e cinemática combinada com eletromiografia. Uma MANOVA do Z-Score da média do MDP foi utilizada para comparar os grupos, considerando p<0,05. 2. Estudo transversal que avaliou a cinemática da marcha de 571 mulheres com DPF e 571 saudáveis. Para as variáveis angulares, foram considerados os movimentos nos planos sagital, frontal e transverso do tronco, pelve, quadril, joelho e pé. Para as variáveis lineares foram considerados o tempo do primeiro duplo apoio, tempo do segundo duplo apoio, tempo do apoio simples, comprimento de passada, velocidade e cadência. Para comparar os dados lineares entre os dois grupos utilizou-se uma MANOVA, considerando p<0.05; e para comparar os dados angulares utilizou-se o SPM. Resultados: 1. A MANOVA mostrou interação entre grupos (Lambda=0,838; F=4,329; p=0,008). Houve diferença significativa entre os grupos no Z-score somente para a cinemática (p=0,003). 2. A MANOVA mostrou interação entre grupos (Lambda = 0.738; F = 57.12; p < 0.001). Houve diferença significativa no primeiro duplo apoio (p=0.008), apoio simples (p<0.001) e comprimento da passada (p<0.001). O SPM demonstrou diferença entre os grupos para a inclinação lateral e rotação do tronco; obliquidade pélvica; adução e flexão do quadril; flexão do joelho; dorsiflexão; e ângulo de progressão do pé. Conclusão: Mulheres com DPF apresentam alteração no padrão de movimento durante o SDL, mas nenhuma alteração na atividade muscular. Utilizando o MDP, combinando variáveis cinemáticas e eletromiográficas de diferentes segmentos e músculos, a cinemática foi a que mais influenciou na distinção entre mulheres com e sem DPF.", publisher = {Universidade Nove de Julho}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação}, note = {Saúde} }