@PHDTHESIS{ 2024:1226348503, title = {Efeitos do treinamento com ergômetro de braços na capacidade funcional, cognição e qualidade de vida de pacientes com doença arterial periférica: um ensaio clínico randomizado controlado}, year = {2024}, url = "http://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/3531", abstract = "Introdução: a doença arterial periférica (DAP) é uma condição causada pela oclusão dos leitos arteriais periféricos, que apresenta como principal sintoma a claudicação intermitente (CI), que leva à limitação da capacidade de caminhada. Pacientes com DAP apresentam redução da mobilidade e capacidade funcional e associado a este quadro clínico, encontram-se prejuízos cognitivos e piora da qualidade de vida (QV). O exercício físico é uma das estratégias para o manejo dos sintomas e do prognóstico da DAP, com efeitos positivos na capacidade funcional e QV, porém seus efeitos na cognição ainda são desconhecidos. Limitações funcionais e dor da CI podem ser barreiras no treinamento de caminhada (TC), e o ergômetro de braços (EB) tem se mostrado uma alternativa para a prática de exercícios em pacientes com DAP e sintomas de CI, com resultados promissores na capacidade de caminhada e QV desses pacientes. Objetivos: verificar o efeito de treinamento com EB na capacidade funcional, cognição e QV e compará-lo a recomendação de TC de pacientes com DAP. Métodos: foi realizado um ensaio clínico randomizado controlado, com duração de 12 semanas e três grupos de intervenções: controle (C), TC e EB. Os grupos com exercícios realizam duas sessões por semana, intervaladas, com 15 a 10 séries de 2 a 5 minutos. Antes e após as 12 semanas de treinamento, foram avaliados capacidade funcional, através do teste de caminhada de 6 minutos (TC6), teste de marcha estacionária de 2 minutos (TME2), força de preensão manual, Short Physical Performance Battery (SPPB), Walking Impairment Questionnaire (WIQ), Walking Estimated-Limitation Calculated by History (WELCH), Baltimore Activity Scale for Intermittent Claudication (BASIC); cognição, através do Trail Making Test (TMT), do Hopkins Verbal Learning Test (HVLT), do subteste de dígitos da escala de Wechsler, e do teste de fluência verbal; e QV, através dos questionários WHOQOL-bref e VascuQoL-6. Resultados: os pacientes do grupo TC apresentaram melhora no domínio velocidade do WIQ (25 [20] vs. 38 [25], p 0,026). No grupo EB foi observado aumento na pontuação do subteste de dígitos (8 [12] vs. 16 [4], p < 0,001). No grupo TC foi observado melhora da pontuação total do HVLT (19 [8] vs. 22 [7], p < 0,001), e redução no tempo de execução da parte A do TMT (50 [43] vs. 48,5 [36], p < 0,001). Conclusão: nossos achados evidenciaram que o treinamento com EB apresenta potencial para melhora da memória e atenção, através do subteste de dígitos, de pacientes com DAP. O TC melhora a percepção do paciente quanto a sua velocidade de caminhada.", publisher = {Universidade Nove de Julho}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação}, note = {Saúde} }