@PHDTHESIS{ 2025:202109669, title = {Terapia de fotobiomodulação em desordens musculoesqueléticas: revisão da literatura e ensaio controlado aleatorizado}, year = {2025}, url = "http://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/3910", abstract = "Entre os motivos mais comuns de procura por consultas médicas, a dor é o principal em países como os Estados Unidos, sendo ainda a dor musculoesquelética a principal razão de afastamento de trabalhadores e estudantes de seus postos de atividade. Um em cada três americanos são acometidos por dores crônicas. De modo que, nos Estados Unidos, os gastos com a dor ultrapassam os US$ 560 bilhões, tendo alcançado a marca de US$ 635 bilhões em 2012. A utilização dos opioides aponta para um cenário de uso medicamentoso excessivo. Os principais riscos acerca do uso medicamentoso indiscriminado são seus efeitos colaterais. No entanto, os esforços no campo da pesquisa vêm se voltando para o desenvolvimento de soluções não farmacológicas a fim de controlar a dor. A dor lombar (DL) é uma condição de saúde amplamente prevalente no mundo inteiro e altamente incapacitante, sendo que a maior parte dos casos é de origem não-específica. Entretanto, embora não se saiba ao certo a origem, há evidências de que pacientes com DL não-específica podem apresentar dano no controle dos músculos posturais. Dessa forma, os exercícios de controle motor podem ser uma alternativa interessante no tratamento de pacientes com dor lombar crônica não-específica, e sua associação com o uso de terapia de fotobiomodulação (TFBM) pode potencializar os seus benefícios, visto que a TFBM apresenta efeitos ergogênicos. Com estes fatores em mente, o presente projeto de pesquisa tem como objetivo avaliar os efeitos ergogênicos da TFBM quando associada a exercícios de controle motor em pacientes com dor lombar crônica não específica. Para isto, foi realizado um ensaio placebo controlado aleatorizado triplo-cego. Cento e quarenta e oito pacientes foram recrutados e divididos em dois grupos de intervenção. Foram avaliados desfechos clínicos (intensidade da dor e incapacidade geral) e bioquímicos (níveis de prostaglandina E2). Os desfechos clínicos foram avaliados após o final do tratamento, 1 mês após o final do tratamento, 3, 6 e 12 meses após a aleatorização. Os desfechos bioquímicos foram avaliados apenas o final do tratamento.", publisher = {Universidade Nove de Julho}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação}, note = {Saúde} }