@MASTERSTHESIS{ 2002:786385429, title = {Transferência elétrica capacitiva e resistiva (TECAR) no pré-condicionamento e na recuperação pós-exercício em humanos}, year = {2002}, url = "http://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/3912", abstract = "O desempenho atlético, seja em treinamentos ou competições, impõe grandes demandas fisiológicas ao corpo. A fadiga muscular está diretamente relacionada a diminuição do desempenho físico e pode ser sentida por atletas de diferentes modalidades esportivas. Logo, uma boa recuperação da fadiga é importante para prevenir o overtraining e minimizar o risco de lesões na prática esportiva. Uma variedade de modalidades terapêuticas tradicionais e não convencionais são sugeridas para acelerar a recuperação após o exercício, sendo utilizadas na prática clínica como monoterapias ou como adjuvantes de outros tratamentos. Nesse cenário, a terapia por Transferência Elétrica Capacitiva e Resistida (TECAR) vem apresentando resultados satisfatórios na disfunção muscular esquelética e dor em atletas. Assim, o presente estudo tem como objetivo fornecer prova de conceito e otimização do protocolo de tratamento para o uso de TECAR no desempenho do exercício e na recuperação pós-exercício. Para isto, foi realizado um ensaio clínico randomizado placebo controlado e duplo-cego, com 50 voluntários saudáveis, divididos aleatoriamente em 5 grupos (n=10): Controle-Sham; Modo Capacitivo MC pré-exercício; Modo Resistivo MR pré-exercício; MC pós exercício e MR pós-exercício. Os voluntários receberam a terapia, com duração de 10 minutos, uma vez imediatamente antes ou após a realização do exercício, de acordo com o grupo de alocação. Foram avaliados os seguintes desfechos: força muscular pela (Contração Voluntaria Máxima -CVM), dor (Escala Visual Analógica - EVA e DMIT), saturação muscular de O2 e fluxo sanguíneo (NIRS), percepção do esforço muscular (Escala de Percepção de Esforço CR-100), análise bioquímica (CK) e termografia. As avaliações foram realizadas antes de qualquer intervenção (basal), imediatamente, 1 hora, 24, 48, 72 e 96 horas após o protocolo de exercícios. Ao comparar o grupo que utilizou o modo resistivo antes do protocolo de exercício excêntrico com o grupo controle, observamos que o grupo resistivo pré-exercício alcançou recuperação completa da força muscular em até 24 horas (p<0,001), além disso seus efeitos foram mantidos até 96 horas (p<0,05). Então, podemos concluir que o melhor momento e modo de aplicação para usar o Human TECAR visando o pré-condicionamento ao exercício e a recuperação pós-exercício é antes do exercício e usando o modo resistivo.", publisher = {Universidade Nove de Julho}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação}, note = {Saúde} }