@MASTERSTHESIS{ 2026:1536467996, title = {Como as características da marcha variam entre mulheres com dor femoropatelar em níveis leve, moderado e severo?}, year = {2026}, url = "http://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/4027", abstract = "odução: A dor femoropatelar (DFP) está associada a alterações no padrão de marcha. Entretanto, ainda não está claro se mulheres com diferentes níveis de dor apresentam características distintas de movimento e se a intensidade da dor está relacionada à magnitude do desvio da marcha. Objetivo: Examinar se o desvio da marcha e as características da marcha diferem entre mulheres com diferentes níveis de DFP, e determinar se a intensidade da dor está associada ao desvio da marcha. Métodos: Foi conduzido um estudo retrospectivo de delineamento transversal com 237 mulheres com DFP, categorizadas em grupos de dor leve, moderada e severa. Foram coletados dados de cinemática tridimensional da marcha e parâmetros espaço-temporais durante a marcha em solo. O desvio da marcha foi quantificado por meio do Movement Deviation Profile (MDP), um índice do desvio cinemático da marcha em relação a um grupo de referência típico (237 controles saudáveis). As diferenças entre os grupos com diferente nível de dor e a associação entre a intensidade da dor e a MDP foram avaliadas por meio de análises não paramétricas. As formas de onda cinemáticas contínuas foram analisadas por meio do Statistical non-Parametric Mapping (SnPM). Resultados: Níveis mais elevados de dor estiveram associados a maior desvio da marcha, e a intensidade da dor apresentou forte associação positiva com o MDP. Mulheres com maior dor andaram mais lentamente e com passos mais curtos. As análises cinemáticas identificaram padrões distintos entre os grupos: o grupo com dor moderada apresentou alterações no controle da pelve e do quadril no plano frontal, enquanto o grupo com dor severa apresentou diferenças adicionais no tornozelo e na progressão do pé, incluindo uma rotação externa do pé progressivamente maior ao longo do ciclo da marcha. Conclusão: Mulheres com diferentes níveis de DFP apresentaram diferenças no MDP. A intensidade da dor na DFP está associada a diferenças relevantes no desvio da marcha e em padrões específicos de movimento. Considerar os níveis de intensidade da dor pode aprimorar a interpretação clínica da marcha em indivíduos com DFP e contribuir para a elaboração de estratégias de reabilitação mais personalizadas.", publisher = {Universidade Nove de Julho}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação}, note = {Saúde} }