@PHDTHESIS{ 2024:375651190, title = {Comparação entre protocolos de terapia fotodinâmica antimicrobiana como tratamento adjunto no manejo de pericoronarite inicial: estudo clínico randomizado, controlado, duplo cego}, year = {2024}, url = "http://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/4047", abstract = "A pericoronarite é comum durante o irrompimento dos terceiros molares, afetando a qualidade de vida. Apesar dos danos locais e sistêmicos, a literatura sobre tratamentos é limitada, sem um padrão ouro definido. A terapia fotodinâmica antimicrobiana (TFA - do inglês Antimicrobial Photodynamic Therapy - aPDT) é uma alternativa eficaz, de fácil execução, que não causa resistência bacteriana. O azul de metileno utilizado na aPDT tem sido estudado em uma nova formulação oral, cuja veiculação dificulta a agregação, com promissores efeitos fotoquímicos e fotofísicos. O objetivo deste estudo foi avaliar a efetividade de dois protocolos de aPDT com diferentes formulações de azul de metileno em pericoronarite inicial, por meio da análise microbiológica, clínica e imunorregulatória, além do impacto na saúde oral na qualidade de vida utilizando o questionário OHIP-14 (Oral Health Impact Profile - 14). Este ensaio clínico randomizado, controlado e duplo-cego foi realizado com 34 pacientes jovens, saudáveis e com pericoronarite. Os grupos foram: G1 (controle positivo, n=17), irrigação com soro fisiológico e aPDT com azul de metileno convencional (0,005%, laser λ=660 nm, 9J por ponto, 318 J/cm²), e G2 (experimental, n=17), com a mesma terapia, mas utilizando nova fórmula patenteada de azul de metileno. A análise microbiológica foi realizada através de PCRq-RT para detecção de Tannerella forsythia e bactérias totais. Já as citocinas (IL-1β, IL-6, IL-8, TNF-α, IFN-γ, IL-17, IL-10, IL-12) foram avaliadas por LUMINEX® no baseline e no 4º dia após a aPDT. Ambos os grupos mostraram melhora significativa na dor (G1: p=0,022; G2: p=0,001) e na abertura de boca (G1: p<0,001; G2: p=0,002). Não houve diferença significativa entre G1 e G2 para dor e abertura de boca (p=0,845 e p=0,318, respectivamente). Houve redução significativa de IL-1β (p=0,001) e do número de bactérias totais no biofilme do G2 (p<0,001). Não houve diferença estatística intra e entre os grupos para outros parâmetros. A aPDT, tanto com a fórmula tradicional quanto com a nova fórmula de azul de metileno, foi eficaz na redução da dor e na melhora da abertura de boca. No grupo que fez uso da nova fórmula de azul de metileno reduziu-se significativamente os níveis de IL-1β e 16Srna de bactérias totais no biofilme.", publisher = {Universidade Nove de Julho}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Medicina – Biofotônica}, note = {Saúde} }