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dc.creatorFeitoza, Carla Lima-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2042457855322823por
dc.contributor.advisor1Costa, Dirceu-
dc.contributor.referee1Costa, Dirceu-
dc.contributor.referee2Jorge, Luciana Maria Malosá Sampaio-
dc.contributor.referee3Forti, Eli Maria Pazzianotto-
dc.date.accessioned2018-07-17T20:55:37Z-
dc.date.issued2016-12-13-
dc.identifier.citationFeitoza, Carla Lima. Efeitos agudos da pressão expiratória positiva na mobilidade toracoabdominal de pacientes com DPOC. 2016. 52 f. Dissertação( Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação) - Universidade Nove de Julho, São Paulo.por
dc.identifier.urihttp://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/1854-
dc.description.resumoIntrodução: A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é caracterizada por obstrução persistente que é geralmente progressiva e associada a uma resposta inflamatória nas vias aéreas e pulmões, por partículas ou gases nocivos. A mobilidade toracoabdominal de portadores de DPOC se altera em decorrência deste processo obstrutivo que causa hiperinsuflação pulmonar permanente, alterando a mecânica respiratória. Em decorrência disso, esforços físicos podem aumentar a ventilação minuto reduzindo o tempo hábil para a expiração, aumentando essa hiperinsuflação. A pressão expiratória positiva (PEP) é um recurso fisioterapêutico que auxilia na redução do aprisionamento de ar durante as exacerbações do paciente com DPOC, porém pouco se sabe sobre os efeitos do PEP em tal cirunstância de hiperinsuflação pulmonar, na qual, via de regra, a PEP com altas pressões tem sido contraindicada. Objetivo: Avaliar os efeitos da pressão expiratória positiva na mobilidade toracoabdominal e na hiperinsuflação induzida pelo exercício físico, por meio da Pletismografia optoeletrônica (POE). Material e Método: A mobilidade toracoabdominal foi avaliada pela POE em 30 indivíduos, em dois grupos, sendo 15 com DPOC nível II pelo GOLD (GDPOC) e 15 indivíduos saudáveis (GC), com idade média de 58,1±11 anos, antes e após uma atividade de simulação de vida diária, subir e descer degrau e, antes e após realizarem uma série de exercício com PEP. Resultados: Tanto a idade quanto os dados antropométricos da população estudada como peso e altura não mostraram diferença. Já as variáveis espirométricas mostraram diferença significativa, à favor do GC, conforme o esperado; não houve diferenças significativas na contribuição dos compartimentos toracoabdominal, em repouso, entre os grupos, com exceção do Ti/Tot no GDPOC, com mediana de 0,77 caracterizando possível hiperinsuflação ou fadiga muscular respiratória. Após o esforço físico, por 2 minutos, houve alteração na mobilidade toracoabdominal no grupo GDPOC, apresentou aumento da contribuição do compartimento abdominal, maior que o CG (52,2±12,6% x 41,1±14,6%). O mesmo aumento houve após a PEP, no GDPOC (50,5±19,1% x 36,9±16,4%). Após a PEP os pacientes do GDPOC tiveram uma normalização de Ti/Ttot, com mediana de 0,41. Quanto a análise dos compartimentos no GDPOC há uma participação maior do compartimento abdominal nos três momentos avaliados sendo que após PEP essa participação abdominal também é maior do que no GC. Conclusão: O esforço físico e o uso de PEP alteram a participação de compartimentos torácicos e abdominais, de forma diferente entre os grupos e, a PEP na DPOC parece contribuir para a redução da hiperinsuflação.por
dc.description.abstractIntroduction: Chronic obstructive pulmonary disease (COPD) is characterized by persistent obstruction that is usually progressive and associated with an inflammatory response in the airways and lungs, by harmful particles or gases. The thoracoabdominal mobility of COPD patients alters as a result of this obstructive process that causes permanent pulmonary hyperinflation, altering respiratory mechanics. As a result, physical efforts can increase minute ventilation by reducing the time to expiration, increasing this hyperinflation. Positive airway expiratory pressure (PEP) is a physiotherapeutic resource that helps reduce air trapping during exacerbations of the COPD patient, but little is known about the effects of PEP on pulmonary hyperinflation. As a rule, PEP with high pressures has been contraindicated. Objective: Evaluate the effects of physical effort and PEP on pulmonary hyperinflation and Thoracoabdominal mobility through optoeletronic plethysmography (OEP) in patients with COPD and in healthy individuals. Materials and Methods: Thoracoabdominal mobility was evaluated by OEP in 30 subjects, in two groups, 15 of them with GOLD (GDPOC) and 15 healthy subjects (GC), with a mean age of 58.1 ± 11 years, before and after a daily life simulation activity, up and down the step and before and after performing a series of exercise with PEP. Results: Both the age and the anthropometric data of the studied population as weight and height showed no difference. The spirometric variables showed a significant difference, in favor of the CG, as expected. There were no significant differences in the contribution of the thoracoabdominal compartments at rest between groups, except for Ti / Tot in the GDPOC, with median of 0.77 characterizing possible hyperinflation or respiratory muscle fatigue. After physical exertion, for 2 minutes, the GDPOC group showed an increase in the Abd contribution in thoracoabdominal movements, higher than CG (52.2 ± 12.6% vs. 41.1 ± 14.6%). After PEP, there was an increase of abdominal compartment in the subjects of the GDPOC (50.5 ± 19.1% x 36.9 ± 16.4%). After the PEP the patients of the GDPOC had a normalization of Ti / Ttot, with a median of 0.41. As the analysis of the compartments in the GDPOC there is a greater involvement of the abdominal compartment in three moments evaluated and after PEP this abdominal participation is also greater than in the CG. Conclusion: Physical effort and the use of PEP alter the participation of thoracic and abdominal compartments differently between groups and PEP in COPD seems to contribute to the reduction of hyperinflation.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Nadir Basilio (nadirsb@uninove.br) on 2018-07-17T20:55:37Z No. of bitstreams: 1 Carla Lima Feitoza.pdf: 1039396 bytes, checksum: 54b4b08906cba375881a20315af80122 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-07-17T20:55:37Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Carla Lima Feitoza.pdf: 1039396 bytes, checksum: 54b4b08906cba375881a20315af80122 (MD5) Previous issue date: 2016-12-13eng
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Nove de Julhopor
dc.publisher.departmentSaúdepor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUNINOVEpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitaçãopor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectDPOCpor
dc.subjectpressão expiratória positivapor
dc.subjectpletismografiapor
dc.subjectCOPDeng
dc.subjectpositive expiratory pressureeng
dc.subjectplethysmographyeng
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDEpor
dc.titleEfeitos agudos da pressão expiratória positiva na mobilidade toracoabdominal de pacientes com DPOCpor
dc.title.alternativeAcute effects of positive expiratory pressure in the thoracoabdominal mobility of patients with COPDeng
dc.typeDissertaçãopor
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