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dc.creatorOrtale, Renata Landucci-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1344508765179484por
dc.contributor.advisor1Roggero, Rosemary-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6133043453679958por
dc.contributor.referee1Almeida, José Luis Vieira de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2990847465101082por
dc.contributor.referee2Severino, Antônio Joaquim-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4415326563786783por
dc.contributor.referee3Dias, Elaine Teresinha Dal Mas-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/8845723150146930por
dc.contributor.referee4Crochík, José Leon-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/5516424346600815por
dc.date.accessioned2015-04-08T14:36:51Z-
dc.date.available2013-08-12-
dc.date.issued2012-12-12-
dc.identifier.citationORTALE, Renata Landucci. Violências no cotidiano escolar: exclusão, adaptação e negação da subjetividade discente nas práticas educativas.. 2012. 173 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Nove de Julho, São Paulo, 2012.por
dc.identifier.urihttp://localhost:8080/tede/handle/tede/526-
dc.description.resumoA presente pesquisa teve como objetivo investigar o fenômeno da violência escolar protagonizada por alunos considerados indisciplinados e/ou violentos em suas escolas. Além do levantamento bibliográfico, foram buscadas trajetórias escolares narradas por cinco jovens, considerados indisciplinados e/ou violentos em suas escolas, que frequentaram escola pública, na faixa etária entre 16 e 20 anos, por meio do método de História Oral. Pesquisas e abordagens sobre violência escolar, pertencimento ao grupo, estereótipo, subjetividade e punição foram apresentadas. A análise crítica dos dados foi realizada com base nos conceitos de autoridade, pseudoformacão, adaptação e emancipação, preconizados por autores da primeira geração da Escola de Frankfurt. A escuta das narrativas, em especial, possibilitou a identificação de três categorias para a análise: punições exercidas pelas autoridades escolares, pertencimento ao grupo e estereótipo do aluno, e práticas educativas. A análise apontou que as punições exercidas pelas autoridades escolares podem desencadear tanto processos de adaptação como comportamentos indisciplinados e/ou violentos; que a dinâmica escolar hierarquiza e reforça as desigualdades entre os estudantes, e que os estereótipos geraram atitudes indisciplinadas e/ou violentas, as quais podem ser entendidas como uma reação às violências exercidas pelas autoridades escolares, na busca dos alunos pelo reconhecimento de suas subjetividades; e, por fim, quando a autoridade docente se apoia no reconhecimento da subjetividade discente; por meio do diálogo, faz-se presente a possibilidade de superação das violências e algum nível de emancipação no processo formativo, favorecendo a desbarbarização no contexto escolar e na própria sociedade.por
dc.description.abstractThe present study aimed to investigate the phenomenon of school violence focusing students considered unruly or violent and in their schools. Besides literature, were collected life stories narrated by five young, considered unruly and / or violent in their schools, who attended public school, aged between 16 and 20 years, through the method of Oral History. Research and approaches to violence, group belonging, stereotype, subjectivity and punishment were presented. The data analysis was carried out based on the concepts of authority, pseudoformation adaptation and emancipation preconized by authors of the first generation of the Frankfurt School. The listening of the narratives especially enabled the identification of three categories for analysis: punishment exercised by school authorities, belonging to the group and student stereotype, and educational practices. The analysis pointed out that the punishments carried out by school authorities can trigger both of processes adaptation as unruly behavior and / or violent, the school hierarchizes and reinforces inequalities among students, and that stereotypes generated undisciplined and / or violent attitudes, which can be understood as a reaction to the violence exercised by school authorities, in search of students by recognizing their subjectivity, and, finally, when the teacher authority relies on recognition of student subjectivity; by means of dialogue, it is possible to find the overcoming violence and some level of emancipation of the educational process favoring debarbarization of humanity in the school and in society.eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2015-04-08T14:36:51Z (GMT). No. of bitstreams: 1 B_Renata Landucci Ortale.pdf: 1859972 bytes, checksum: 561447a5d5e528ed654c7423682d72da (MD5) Previous issue date: 2012-12-12eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Nove de Julhopor
dc.publisher.departmentEducaçãopor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUninovepor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectviolência escolarpor
dc.subjectsubjetividade discentepor
dc.subjectautoridade docentepor
dc.subjecthistória oralpor
dc.subjectteoria críticapor
dc.subjectschool violenceeng
dc.subjectstudent subjectivityeng
dc.subjectteaching authorityeng
dc.subjectoral historyeng
dc.subjectcritical theoryeng
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpor
dc.titleViolências no cotidiano escolar: exclusão, adaptação e negação da subjetividade discente nas práticas educativas.por
dc.typeTesepor
Appears in Collections:Programa de Pós-Graduação em Educação

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