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dc.creatorAndrade, Michele Lacerda de-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8192407942564243por
dc.contributor.advisor1Corrêa, Fernanda Ishida-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4725380354418431por
dc.contributor.advisor-co1Dias, Raphael Mendes Ritti-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7585097807348027por
dc.contributor.referee1Corrêa, Fernanda Ishida-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4725380354418431por
dc.contributor.referee2Jorge, Luciana Maria Malosa Sampaio-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2970138065407046por
dc.contributor.referee3Delevatti, Rodrigo Sudatti-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/0330707893525396por
dc.date.accessioned2026-03-10T15:31:18Z-
dc.date.issued2025-06-17-
dc.identifier.citationAndrade, Michele Lacerda de. Efeitos de um programa de treinamento físico por aplicativo na capacidade funcional de indivíduos com COVID-longa- ensaio clínico, randomizado e cego. 2025. 93 f. Tese( Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação) - Universidade Nove de Julho, São Paulo.por
dc.identifier.urihttp://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/3911-
dc.description.resumoIntrodução: A COVID-longa constitui uma condição de saúde caracterizada por sintomas multissistêmicos, destacando-se a fadiga e a dispneia, as quais podem reduzir a capacidade funcional dos indivíduos afetados. A prática de exercício físico tem sido reconhecida como uma estratégia eficaz para a melhora da capacidade funcional, contudo, a adesão a essa prática permanece limitada devido a fatores como a escassez de tempo e dificuldades de acesso às atividades presenciais. Nesse contexto, torna-se relevante inovar os métodos de reabilitação, incorporando recursos tecnológicos, como aplicativos de exercícios para dispositivos móveis. Assim, o objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do treinamento físico realizado por meio de um aplicativo de celular na capacidade funcional de indivíduos acometidos por COVID-longa. Metodologia: Trata-se de um ensaio clínico, controlado, randomizado e cego envolvendo 31 indivíduos com COVID-longa com queixas de fadiga e dispneia. Os participantes foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos: o grupo Controle recebeu uma cartilha com recomendações de atividades físicas baseadas nas diretrizes do Ministério da Saúde, e o grupo Experimental realizou o treinamento físico por meio do aplicativo Recovery App. No aplicativo, os participantes realizaram exercícios físicos, três vezes por semana, durante 12 semanas, totalizando 36 sessões de aproximadamente 40 minutos cada. Os participantes do grupo Controle realizaram os exercícios na mesma frequência do grupo Experimental. A avaliação da capacidade funcional foi conduzida antes e após o período de intervenção utilizando os testes da Caminhada de Seis Minutos (TC6), teste de Sentar e Levantar e do Teste de atividade de vida diária Glittre (AVD Glittre). Além disso, foram aplicados questionários específicos para avaliar os níveis de fadiga, dispneia, Escala de Estado Funcional Pós-COVID-19 (PCFS- do inglês Post-COVID-19 Functional Status) e Escala de Adesão ao Exercício dos Participantes. Resultados: Houve melhoras significativas na execução dos dos testes AVD Glittre (pré 237 segundos para o pós 217 segundos) e Sentar e levantar (pré 18 subidas para o pós 20 subidas), no entanto, não houve melhora significativa na distância percorrida no TC6 (pré 454 metros para o pós 468 metros) e nos questionários de fadiga, dispneia, PCFS e adesão ao exercício, no grupo Experimental. Conclusão: O programa de exercícios por aplicativo promoveu melhoras funcionais em atividades de vida diária e força muscular. A baixa adesão pode ter limitado os efeitos da intervenção.por
dc.description.abstractIntroduction: Long COVID is a health condition characterized by multisystemic symptoms, notably fatigue and dyspnea, which may lead to a reduction in the functional capacity of affected individuals. Physical exercise has been recognized as an effective strategy to improve functional capacity; however, adherence to this practice remains limited due to factors such as lack of time and difficulties accessing in-person activities. In this context, it becomes relevant to innovate rehabilitation methods by incorporating technological tools, such as mobile exercise applications. Thus, the aim of this study is to evaluate the effect of physical training delivered through a mobile app on the functional capacity of individuals affected by long COVID. Methodology: This is a randomized, controlled, and blinded clinical trial involving 31 individuals with long COVID reporting fatigue and dyspnea. Participants were randomly assigned to two groups: the Control group received a booklet with physical activity recommendations based on the guidelines of the Brazilian Ministry of Health, and the Experimental group underwent physical training through the Recovery App. Using the app, participants performed physical exercises three times per week for 12 weeks, totaling 36 sessions of approximately 40 minutes each. Control group participants performed the exercises with the same frequency as the experimental group. Functional capacity was assessed before and after the intervention period using the Six-Minute Walk Test (6MWT), the Sit-to-Stand Test, and the Glittre Activities of Daily Living test (Glittre ADL test). In addition, specific questionnaires were applied to assess levels of fatigue, dyspnea, the Post-COVID-19 Functional Status Scale (PCFS), and exercise adherence. Results: There were significant improvements in the performance of the Glittre ADL test (from 237 seconds pre-intervention to 217 seconds post-intervention) and the Sit-to-Stand test (from 18 repetitions pre-intervention to 20 repetitions post-intervention). However, there was no significant improvement in the distance covered in the 6-Minute Walk Test (from 454 meters pre-intervention to 468 meters post-intervention) or in the fatigue, dyspnea, PCFS, and exercise adherence questionnaires in the Experimental group. Conclusion: The exercise program delivered through the app led to functional improvements in activities of daily living and muscle strength. Low adherence may have limited the effects of the interventioneng
dc.description.provenanceSubmitted by Nadir Basilio (nadirsb@uninove.br) on 2026-03-10T15:31:18Z No. of bitstreams: 1 Michele Lacerda de Andrade.pdf: 5188824 bytes, checksum: 5c2b25e4a2248c17e824cbdb788bfc66 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-03-10T15:31:18Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Michele Lacerda de Andrade.pdf: 5188824 bytes, checksum: 5c2b25e4a2248c17e824cbdb788bfc66 (MD5) Previous issue date: 2025-06-17eng
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Nove de Julhopor
dc.publisher.departmentSaúdepor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUNINOVEpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitaçãopor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectCOVID-longapor
dc.subjecttreinamento físicopor
dc.subjecttecnologiaspor
dc.subjectcapacidade funcionalpor
dc.subjectpos-acute COVID-19 syndromeeng
dc.subjectexerciseeng
dc.subjecttechonologyeng
dc.subjectfunctional capacityeng
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDEpor
dc.titleEfeitos de um programa de treinamento físico por aplicativo na capacidade funcional de indivíduos com COVID-longa- ensaio clínico, randomizado e cegopor
dc.typeTesepor
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