Exportar este item: EndNote BibTex

Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/4037
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorAraujo, Caroline Lélis de-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7042718418516611por
dc.contributor.advisor1Angelis, Kátia de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4299344810509965por
dc.contributor.referee1Angelis, Kátia de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4299344810509965por
dc.contributor.referee2Bernardes, Nathalia-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2372476546994871por
dc.contributor.referee3Ferrari, Raquel Agnelli Mesquita-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/7048141683554943por
dc.date.accessioned2026-09-25T21:12:39Z-
dc.date.issued2026-04-10-
dc.identifier.citationAraujo, Caroline Lélis de. Efeitos do treinamento físico no tecido muscular da prole de animais expostos à poluição do ar. 2026. 65 f. Dissertação( Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação) - Universidade Nove de Julho, São Paulo.por
dc.identifier.urihttp://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/4037-
dc.description.resumoA poluição do ar é um relevante fator de risco ambiental, associada a doenças respiratórias e cardiovasculares e a prejuízos no desenvolvimento fetal. Evidências sugerem que a exposição intrauterina a poluentes pode programar alterações metabólicas e inflamatórias na prole; contudo, seus efeitos sobre o músculo esquelético e possíveis diferenças entre sexos ainda são pouco elucidados. O treinamento físico surge como estratégia não farmacológica capaz de atenuar esses efeitos, por meio da modulação inflamatória, do estresse oxidativo e de adaptações musculares benéficas. O objetivo deste estudo foi investigar os efeitos do treinamento físico sobre o tecido muscular da prole de ambos os sexos exposta à poluição do ar durante a gestação. Ratas Wistar foram expostas ao material particulado fino (MP₂,₅; 600 μg/m³) do 5º dia pós-cópula até o nascimento da prole. Após o desmame, os filhotes foram distribuídos em seis grupos experimentais: macho controle (MC), fêmea controle (FC), macho exposto (ME), fêmea exposta (FE), macho exposto treinado (MET) e fêmea exposta treinada (FET) (n = 6–8 animais/sexo/grupo). Os grupos treinados foram submetidos a um protocolo de treinamento aeróbio moderado em esteira (5x/semana, 8 semanas). Ao final do protocolo, foi realizado teste de esforço máximo e o músculo gastrocnêmio foi coletado para análise da massa muscular, mediadores inflamatórios e marcadores de estrese oxidativo. O treinamento físico aumentou a capacidade física e o desempenho no teste de esforço máximo nos grupos MET e FET. A exposição materna à MP₂,₅, apesar de não alterar o peso muscular, induziu aumento dos níveis de IL-6 em machos e reduziu IL-10 em machos e fêmeas. Os grupos treinados de ambos os sexos apresentaram redução da razão TNF-α/IL-10 muscular. A atividade da SOD muscular foi reduzida e o H₂O₂ aumentado no grupo ME em relação ao grupo MC, o que não foi observado no grupo MET. Houve redução de FRAP no grupo FE em relação ao grupo FC, o que não foi observado nos grupos treinados. O treinamento físico reduziu a atividade da NADPH oxidase e a lipoperoxidação no tecido muscular de machos. Não houve diferenças para GPx, carbonilas e nitrito. Em machos, a razão TNF-α/IL-10 apresentou correlações positivas com H₂O₂ (r =0,69; p=0,01), NADPH oxidase (r =0,64; p=0,04) e TBARS (r=0,70; p=0,01) e correlações negativas com a SOD (r =-0,63; p=0,02) e com o tempo de teste de esforço (r=-0,73, p=0,02). Em fêmeas, observou-se correlação positiva entre a razão TNF-α/IL-10 com a NADPH oxidase (r=0,71; p=0,03) e correlações negativas entre a razão TNF-α/IL-10 com a SOD (r =-0,70; p=0,04), a FRAP (r =-0,72; p=0,03) e o teste de esforço (r=-0,74; p=0,02). Houve correlação positiva entre o teste de esforço máximo e a massa do gastrocnêmio em machos (r = 0,64; p = 0,05) e fêmeas (r = 0,60; p = 0,05). A exposição gestacional ao MP₂,₅ promoveu alterações inflamatórias e redox precoces no músculo esquelético da prole, com maior susceptibilidade em machos e associação com pior desempenho funcional. O treinamento físico pós-natal atenuou esses efeitos e melhorou a capacidade funcional. Em conjunto, esses achados reforçam o papel do exercício físico regular como estratégia não farmacológica relevante para mitigar as repercussões da exposição intrauterina à poluição do ar sobre o músculo esquelético, com potenciais implicações na prevenção de desfechos metabólicos e funcionais ao longo da vida.por
dc.description.abstractAir pollution is a relevant environmental risk factor associated with respiratory and cardiovascular diseases, as well as impaired fetal development. Evidence suggests that intrauterine exposure to pollutants may programme metabolic and inflammatory alterations in offspring; however, its effects on skeletal muscle and possible sex differences remain poorly understood. Physical exercise has emerged as a non-pharmacological strategy capable of attenuating these effects through modulation of inflammation, oxidative stress, and beneficial muscular adaptations. This study aimed to investigate the effects of exercise training on skeletal muscle tissue in male and female offspring exposed to air pollution during gestation. Female Wistar rats were exposed to fine particulate matter (PM₂.₅; 600 μg/m³) from the 5th day post-conception until delivery. After weaning, offspring were allocated into six experimental groups: male control (MC), female control (FC), exposed male (ME), exposed female (FE), exposed trained male (MET), and exposed trained female (FET) (n = 6–8 animals/sex/group). Trained groups underwent a moderate aerobic treadmill training protocol (5x/wk, 8 wks). At the end of the protocol, a maximal exercise test was performed, and the gastrocnemius muscle was collected for analysis of muscle mass, inflammatory mediators and oxidative stress markers. Exercise training increased physical capacity and maximal exercise performance in the MET and FET groups. Maternal exposure to PM₂.₅, despite not altering muscle mass, induced increased IL-6 levels in males and reduced IL-10 levels in both males and females. Trained groups of both sexes showed a reduction in the muscular TNF-α/IL-10 ratio. Muscular SOD activity was reduced and H₂O₂ levels increased in the ME group compared with the MC group, which was not observed in the MET group. FRAP levels were reduced in the FE group compared with the FC group, which was not observed in trained groups. Exercise training reduced NADPH oxidase activity and lipid peroxidation in male skeletal muscle. No differences were observed for GPx, protein carbonyls, or nitrite. In males, the TNF-α/IL-10 ratio showed positive correlations with H₂O₂ (r = 0.69; p = 0.01), NADPH oxidase (r = 0.64; p = 0.04), and TBARS (r = 0.70; p = 0.01), and negative correlations with SOD (r = -0.63; p = 0.02) and exercise test duration (r = -0.73; p = 0.02). In females, a positive correlation was observed between the TNF-α/IL-10 ratio and NADPH oxidase (r = 0.71; p = 0.03), and negative correlations were observed between the TNF-α/IL-10 ratio and SOD (r = -0.70; p = 0.04), FRAP (r = -0.72; p = 0.03), and exercise performance (r = -0.74; p = 0.02). Positive correlations were also observed between maximal exercise performance and gastrocnemius muscle mass in males (r = 0.64; p = 0.05) and females (r = 0.60; p = 0.05). Gestational exposure to PM₂.₅ promoted early inflammatory and redox alterations in offspring skeletal muscle, with greater susceptibility in males and association with impaired functional performance. Postnatal exercise training attenuated these effects and improved functional capacity. Collectively, these findings reinforce the role of regular physical exercise as a relevant non-pharmacological strategy to mitigate the repercussions of intrauterine exposure to air pollution on skeletal muscle, with potential implications for preventing metabolic and functional outcomes throughout life.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Nadir Basilio (nadirsb@uninove.br) on 2026-09-25T21:12:39Z No. of bitstreams: 1 Caroline Lélis de Araujo.pdf: 877735 bytes, checksum: e0b0b064ac11b4198cf428c64bb6885c (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-09-25T21:12:39Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Caroline Lélis de Araujo.pdf: 877735 bytes, checksum: e0b0b064ac11b4198cf428c64bb6885c (MD5) Previous issue date: 2026-04-10eng
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Nove de Julhopor
dc.publisher.departmentSaúdepor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUNINOVEpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitaçãopor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectpoluição do arpor
dc.subjecttreinamento físicopor
dc.subjectmúsculo esqueléticopor
dc.subjectestresse oxidativopor
dc.subjectinflamaçãopor
dc.subjectair pollutioneng
dc.subjectgestational exposureeng
dc.subjectskeletal muscleeng
dc.subjectphysical exerciseeng
dc.subjectoxidative stresseng
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDEpor
dc.titleEfeitos do treinamento físico no tecido muscular da prole de animais expostos à poluição do arpor
dc.title.alternativeEffects of physical exercise training on the muscle tissue of the offspring of animals exposed to air pollutioneng
dc.typeDissertaçãopor
Aparece nas coleções:Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Caroline Lélis de Araujo.pdfCaroline Lélis de Araujo857,16 kBAdobe PDFBaixar/Abrir Pré-Visualizar


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.