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dc.creatorBrito, Janaina de Oliveira-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5106100358268027por
dc.contributor.advisor1Angelis, Kátia de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4299344810509965por
dc.contributor.referee1Irigoyen, Maria Claudia Costa-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8049184468038869por
dc.contributor.referee2Zamuner, Stella Regina-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1935805744318404por
dc.contributor.referee3Cavaglieri, Claudia Regina-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/9330989884789830por
dc.contributor.referee4Silva, Ivana Cinthya de Moraes da-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/2425669777101427por
dc.date.accessioned2015-04-22T17:20:46Z-
dc.date.available2014-12-03-
dc.date.issued2014-02-27-
dc.identifier.citationBRITO, Janaina de Oliveira. Mecanismos associados às disfunções cardiometabólicas em um modelo experimental de menopausa e síndrome metabólica: papel do treinamento físico aeróbio ou resistido. 2014. 181 f. Tese (Doutorado em Saúde) - Universidade Nove de Julho, São Paulo, 2014.por
dc.identifier.urihttp://bibliotecatede.uninove.br/tede/handle/tede/908-
dc.description.resumoO objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos da privação dos hormônios ovarianos associado à hipertensão e ao consumo crônico de frutose em parâmetros metabólicos, cardiovasculares, autonômicos, de inflamação e de estresse oxidativo. Adicionalmente, objetivou-se investigar os efeitos do treinamento físico dinâmico aeróbio ou resistido nessa condição de associação de fatores de risco. Ratas fêmeas Wistar (n=8) e SHR (n=32) foram divididas em: normotensas (C), hipertensas (H), hipertensas ooforectomizadas (HO), hipertensas ooforectomizadas tratadas com frutose (FHO) submetidas ao treinamento físico aeróbio (FHOTa) ou treinamento físico resistido (FHOTr). O treinamento físico aeróbio (esteira; 1h/dia; 5x/sem) e o treinamento físico resistido (escada adaptada para ratos; 1h/dia; 5x/sem) foram realizados durante 8 semanas. Parâmetros de função cardiovascular, de regulação autonômica cardiovascular, metabólicos e de capacidade física e sua relação com alterações de estresse oxidativo e de inflamação foram avaliados no tecido cardíaco e renal. A somatória dos fatores de risco promoveu aumento exacerbado nos níveis pressóricos (FHO:173±1 vs. C:108±1 mmHg). Em contrapartida, foi observado a bradicardia de repouso após o treinamento físico (FHO:393±10 vs. FHOTa:336±9 e FHOTr:330±13bpm). O grupo FHO apresentou prejuízo na sensibilidade dos pressorreceptores, na modulação autonômica cardiovascular e menor biodisponibilidade de óxido nítrico. Tanto o treinamento físico aeróbio quanto o resistido normalizou o RMSSD (índice de modulação parassimpática) e aumentou a sensibilidade dos pressorreceptores. O TNF alfa e a leptina estavam aumentados no grupo FHO (65,8±9,9 pg/mg proteína e 1346,65±127,28pg/ml) em relação ao grupo C (23,66±4,35 pg/mg proteína e 974,28±90,90 pg/ml), o que foi normalizado pelos treinamentos. Correlação entre TNF alfa e leptina (positiva) foi obtida nos grupos tratados com frutose (sedentários e treinados). Por outro lado, o treinamento físico promoveu maior biodisponibilidade de óxido nítrico (FHOTa:0,32±0,2; FHOTr:1,46±0,18 vs. FHO:1,35±0,21 C:1,1±0,15 nmol/mg de proteína) e aumento da IL-10 (somente FHOTr: 40,25±7,97 vs. FHO:16,26±2,52pg/mg proteína). Correlação positiva foi obtida entre o RMSSD e a IL-10. A sobrecarga de frutose induziu um aumento da lipoperoxidação de membrana no tecido cardíaco (FHO:15043±1333; FHOTa:10652±814; FHOTr:11551±1350 vs. C:2661±358µlmol/mg proteína), o qual foi reduzido por ambos os tipos de treinamento. O grupo HOF apresentou aumento de dano à proteína no tecido renal (FHO:4,40±0,37 vs. C: 1,97±0,21nmol/mg proteína), e ambos os treinamentos foram eficazes em diminuir essa variável. Correlação negativa foi obtida entre o RMSSD e a QL cardíaca. Correlação positiva foi obtida entre BF-PAS e o TBARS renal. A sobrecarga de frutose reduziu a TRAP cardíaca, entretanto ambos os tipos de treinamento físico aumentaram essa variável. O consumo de frutose induziu prejuízo no balanço redox (FHO: 8,2±0,51 vs. C: 10,4±0,63), o qual pode ser revertido pelo treinamento aeróbio (FHOTa: 12,9±0,44) e resistido (FHOTr:). O balanço redox foi positivamente relacionado com o RMSSD e negativamente correlacionado com o TNF alfa. Concluindo, os resultados evidenciam que a sobrecarga de frutose induziu prejuízo da modulação autonômica cardiovascular associado ao aumento de parâmetros inflamatórios e de estresse oxidativo em ratas ovariectomizadas hipertensas. O treinamento físico dinâmico aeróbio ou resistido de intensidade moderada neste modelo de associação de fatores de risco atenuou algumas das disfunções metabólicas, cardiovasculares e autonômicas provavelmente por melhorar o perfil de marcadores inflamatório e o estresse oxidativo.por
dc.description.abstractThe aim of this study was to evaluate effects of the ovarian hormones deprivation associated with hypertension and fructose overload in metabolic, cardiovascular, autonomic, inflammation and oxidative stress parameters. Additionally aimed to investigate the effects of the dynamic or resistance exercise training this condition by association of the risk factors. Female rats Wistar (n=8) and SHR (n=32) were divided in: normotensive (C), hypertensive (H), hypertensive ovariectomized (HO), hypertensive ovariectomized treated with fructose (FHO), and submitted aerobic exercise training (FHOTa) or resistance exercise training (FHOTr). The aerobic exercise training (treadmill; 1h/day; 5d/wk) and resistance exercise training (ladder adaptated for rats; 1h/day; 5d/wk) were performed during 8 weeks. Cardiovascular function, autonomic cardiovascular modulation, metabolic and physical capacity were evaluated, as weel as the relationship of these variables with cardiac oxidative stress and inflammation in the cardiac and renal tissues. The association of risk factors promoted an exarcebated increase in blood pressure (FHO: 173±1 vs. C:108±1 mmHg). In contrast, was observed resting bradycardia after exercise training (FHO: 393±10 vs. FHOTa:336±9 and FHOTr:330±13bpm). The FHO group showed impairment in the pressoreceptors sensibility, autonomic modulation and lower nitric oxide bioavaliability. Both aerobic and resistance exercise training normalized the RMSSD (parasympathetic modulation index) and increased the pressoreceptors sensibility. TNF alpha and leptin were increased in the FHO group (65.8±9.9 pg/mg protein and 1346.65±127.28pg/ml) in relation to C group (23.66±4.35 pg/mg protein and 974.28±90.90 pg/ml), which was normalized of the trainings. Correlation between TNF alpha and leptin (positive) was obtained in the treated with fructose groups (sedentary and trained). On the other hand, the exercise training promoted higher nitric oxide bioavaliability (FHOTa:0.32±0.2; FHOTr:1.46±0.18 vs. FHO:1.35±0.21 C:1.1±0.15 nmol/mg protein) and increase oh the IL-10 (only FHOTr: 40.25±7.97 vs. FHO:16.26±2.52pg/mg protein). Positive correlation was obtained between RMSSD and IL-10. The fructose overload induced an increase membrane lipoperoxidation in the cardiac tissue (FHO:15043±1333; FHOTa:10652±814; FHOTr:11551±1350 vs. C:2661±358µlmol/mg protein), which was reduced by both types of the training. The FHO group showed increase proteins damage in the renal tissue (FHO:4.40±0.37 vs. C: 1.97±0.21nmol/mg protein) and both exercise training were effective in decrease this variable. Negative correlation was obtained between cardiac RMSSD and QL. Positive correlation was obtained between renal LF-PAS and TBARS. Fructose overload reduced the cardiac TRAP, however, both exercise training enhance this variable. Fructose consumption induced impairment in the redox balance (FHO: 8.2±0.51 vs. C:10.4±0.63), which can be reversed by aerobic (FHOTa: 12.9±0.44) and resistance exercise training (FHOTr:). The redox balance was positively related with RMSSD and negatively correlated with TNF alpha. Concluding, the results evidences that fructose overload induced impairment in the cardiovascular autonomic modulation associated increase inflammatory and oxidative stress parameters in hypertensive ovariectomized rats. Dynamic aerobic or resistance exercise training of the moderate intensity this model of risk factors association attenuated some of the metabolic, cardiovascular and autonomic dysfunctions probably by improving inflammatory markers and oxidative stress.eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2015-04-22T17:20:46Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Janaina de Oliveira Brito.pdf: 9648844 bytes, checksum: f180732f4d279c4e3802fc6a13d30946 (MD5) Previous issue date: 2014-02-27eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Nove de Julhopor
dc.publisher.departmentSaúdepor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUNINOVEpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitaçãopor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjecthipertensãopor
dc.subjectmenopausapor
dc.subjectsíndrome metabólicapor
dc.subjectmodulação autonômicapor
dc.subjectestresse oxidativopor
dc.subjectmarcadores inflamatóriospor
dc.subjecthypertensioneng
dc.subjectmenopauseeng
dc.subjectmetabolic syndromeeng
dc.subjectautonomic modulationeng
dc.subjectoxidative stresseng
dc.subjectinflammatory markerseng
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDEpor
dc.titleMecanismos associados às disfunções cardiometabólicas em um modelo experimental de menopausa e síndrome metabólica: papel do treinamento físico aeróbio ou resistidopor
dc.typeTesepor
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