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dc.creatorClete, Debora Carubbi-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4239245682883352por
dc.contributor.advisor1Lauriti, Nádia Conceição-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3378374909304521por
dc.contributor.referee1Lauriti, Nádia Conceição-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3378374909304521por
dc.contributor.referee2Bioto, Patrícia Aparecida-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6578081301023507por
dc.contributor.referee3Silva, Marta Regina Paulo da-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/7145831589734229por
dc.date.accessioned2026-02-12T14:32:13Z-
dc.date.issued2025-12-15-
dc.identifier.citationClete, Debora Carubbi. Projeto Especial de Ação (PEA) na educação infantil: a interseção experiência-diálogo entre o planejado e o realizado.. 2025. 287 f. Dissertação( Programa de Pós-Graduação Profissional em Gestão e Práticas Educacionais) - Universidade Nove de Julho, São Paulo.por
dc.identifier.urihttp://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/3861-
dc.description.resumoEsta pesquisa examinou o itinerário formativo do Projeto Especial de Ação (PEA) a partir de três perguntas: quais são as diferenças entre o PEA planejado e o efetivamente realizado?; que estratégias enriquecem a experiência e o diálogo?; e quais consequências a aplicação do PEA produz na práxis docente? O objetivo geral foi compreender como o PEA se configura a partir dos elementos de experiência e diálogo, analisando desafios, limites e possibilidades. Especificamente, buscou-se identificar diferenças entre o planejado e o realizado, analisar estratégias que favorecem um itinerário dialógico e experiencial, e investigar o impacto do PEA na formação continuada. O enfoque adotado foi qualitativo e exploratório, combinando observação participante, análise documental e entrevistas semiestruturadas. As categorias de análise foram: significados do PEA; PEA planejado e realizado; experiências no PEA; desafios, dificuldades e possibilidades. O estudo ocorreu em um Centro de Educação Infantil do bairro Bom Retiro, da Rede Municipal de Ensino de São Paulo, envolvendo uma assistente de direção, uma coordenadora pedagógica e três docentes. O referencial teórico incluiu António Nóvoa, Dermeval Saviani, Francisco Imbernón, Jorge Larrosa Bondía e Paulo Freire. A premissa de que o PEA prioriza cronogramas em detrimento da experiência e do diálogo foi parcialmente confirmada. Observou-se forte preocupação com prazos e registros, ainda que demandas docentes tenham sido atendidas. Houve pouca aprofundação das temáticas, com assuntos oscilando entre estratégias e informes.Verificaram-se discrepâncias entre o planejado e o realizado, especialmente ao cotejar cronogramas e atas, que não refletiam plenamente as vivências. No que se refere à experiência e ao diálogo, incluíram-se momentos de reflexão, porém superficiais e centrados em relatos de práticas, com baixa problematização e análise crítica, revelando fragilidade dialógica. Destacou-se o esforço da coordenação para sistematizar um itinerário apoiado em trocas, embora sumário e sem tempo-espaço para construções coletivas, o que afastou o PEA da experiência formativa necessária ao aperfeiçoamento da práxis no CEI “Felinas”. Por categorias: significados do PEA indicaram consenso quanto ao seu valor como espaço de intercâmbio e aprendizagem. Planejado versus realizado: evidenciou se uma brecha entre documentação formal e vivências, falta de tempo e distanciamento de necessidades reais, o que limitou a aprofundação. Experiência no PEA: difícil reconhecimento de experiências formativas efetivas, apesar da valorização das interações e da comunidade. Desafios e oportunidades: tempo escasso, saturação informativa, sobrecarga burocrática, afastamento da prática diária e pouco espaço para o diálogo, somados à urgência de aprimorar o processo. Predominou um ritmo acelerado e protocolar, com raras narrativas breves permeadas por emoções; houve acolhida a demandas individuais e oportunidades para opinar. Conclui-se que, embora o PEA do CEI Felinas apresente lacunas entre o planejado e o realizado e um caráter burocrático e informativo em seus registros, existiram estratégias para enriquecer experiência e diálogo, porém de modo intermitente, individualizado e não sistemático. Como marca da práxis docente, valorizaram-se as trocas de vivências, limitadas pela falta de aprofundação crítica e reflexiva. Carta à comunidade, livro eletrônico e encontros formativos são propostos como intervenção e socialização do percurso investigativo, a ser difundido e continuamente avaliado pelas equipes.por
dc.description.abstractThis study examined the formative itinerary of the Special Action Project (PEA) through three questions: what are the differences between the planned PEA and the one actually carried out?; which strategies enrich experience and dialogue?; and what consequences does the implementation of the PEA produce in teaching praxis? The objective was to understand how the PEA is configured by elements of experience and dialogue, analyzing challenges, limits, and possibilities. We sought to identify differences between plan and execution, analyze strategies that favor a dialogic and experiential itinerary, and investigate the PEA’s impact on continuing teacher education. The approach was qualitative and exploratory, combining observation, document analysis, and semi-structured interviews. The categories were: meanings of the PEA; planned and enacted PEA; experiences within the PEA; challenges, difficulties, and possibilities. The study took place in an Early Childhood Education Center in the Bom Retiro neighborhood, within São Paulo’s Municipal Education Network, involving an assistant principal, an instructional coordinator, and three teachers. The theoretical framework included António Nóvoa, Dermeval Saviani, Francisco Imbernón, Jorge Larrosa Bondía, and Paulo Freire. The premise that the PEA prioritizes schedules to the detriment of experience and dialogue was partially confirmed. A concern with deadlines and records was observed, though teacher demands were accommodated. There was little deepening of themes, with topics oscillating between strategies and notices. Discrepancies were found between what was planned and what was realized, especially when comparing timelines and minutes, which did not fully reflect lived experiences. Regarding experience and dialogue, moments of reflection were included, but they were superficial and centered on accounts of practice, with low problematization and critical analysis, revealing dialogic fragility. The coordination’s effort to systematize an itinerary sustained by exchanges was noteworthy, yet it remained summary and lacked time-space for collective constructions, distancing the PEA from the formative experience needed to improve praxis at the “Felinas” Early Childhood Center. By categories: meanings of the PEA indicated consensus about its value as a space for exchange and learning. Planned versus enacted: a gap emerged between formal documentation and lived experience, a lack of time, and distance from real needs, which limited deepening. Experience in the PEA: it was difficult to recognize effective formative experiences, despite the valuing of interactions and community. Challenges and opportunities: scarce time, informational saturation, bureaucratic overload, detachment from daily practice, and little space for dialogue, alongside the urgency of improving the process. A fast and procedural rhythm predominated, with narratives permeated by emotions; individual demands were welcomed and opportunities to voice opinions existed. We conclude the PEA at CEI Felinas presents gaps between what is planned and realized and a bureaucratic character in its records, there were strategies to enrich experience and dialogue, in intermittent, individualized, and unsystematic ways. As a mark of praxis, exchanges of lived experiences were valued, yet limited by lack of critical and reflective deepening. A community letter, an e-book, and formative meetings are proposed as interventions and means of socializing the research itinerary, to be disseminated and further evaluated by the teams.eng
dc.description.abstractEsta investigación examinó el itinerario formativo del Proyecto Especial de Acción (PEA) a partir de tres preguntas: ¿cuáles son las diferencias entre el PEA planificado y el efectivamente realizado?; ¿qué estrategias enriquecen la experiencia y el diálogo?; ¿qué consecuencias tiene la aplicación del PEA en la praxis docente? El objetivo general fue comprender cómo se configura el PEA desde los elementos de experiencia y diálogo, analizando desafíos y estrategias. Específicamente, se buscó identificar diferencias entre lo planificado y lo realizado, analizar estrategias que favorecen un itinerario dialógico y experiencial, e investigar el impacto del PEA en la formación continua. El enfoque fue cualitativo, exploratorio, también con observación participante, análisis documental y entrevistas semiestructuradas. Las categorías de análisis fueron: Significados del PEA; PEA planificado y realizado; Experiencias del PEA; Desafíos, dificultades y posibilidades. El estudio ocurrió en un Centro de Educación Infantil (CEI) del barrio Bom Retiro, de la Rede Municipal de Ensino de São Paulo, con una asistente de dirección, una coordinadora pedagógica y tres docentes. El marco teórico incluyó a António Nóvoa, Dermeval Saviani, Francisco Imbernón, Jorge Larrosa Bondía y Paulo Freire. La premisa —que el PEA prioriza cronogramas en detrimento de la experiencia y el diálogo— fue parcialmente confirmada. Se observó fuerte preocupación por plazos y registros, aunque se atendieron demandas docentes. Hubo escasa profundización de las temáticas, con asuntos oscilando entre estrategias e informativos. Se verificaron discrepancias entre lo planificado y lo realizado, especialmente al cotejar cronogramas y actas, que no reflejaban plenamente las vivencias. En cuanto a experiencia y diálogo, se incluyeron momentos de reflexión, pero superficiales y centrados en relatos de prácticas, con poca problematización y análisis crítico, revelando debilidad dialógica. Se destacó el esfuerzo de la coordinación por sistematizar un itinerario basado en intercambios, aunque somero y sin tiempo-espacio para construcciones colectivas, lo que alejó al PEA de la experiencia formativa necesaria para perfeccionar la praxis en el CEI “Felinas”. Por categorías: Significados del PEA: consenso sobre su valor como espacio de intercambio y aprendizajes. Planificado versus realizado: brecha entre documentación formal y vivencias, falta de tiempo y distanciamiento de necesidades reales, lo que limitó la profundización. Experiencia en el PEA: difícil reconocimiento de experiencias formativas efectivas, pese a la valoración de interacciones y comunidad. Desafíos y oportunidades: tiempo escaso, saturación informativa, sobrecarga burocrática, alejamiento de la práctica diaria y poco espacio para el diálogo, junto a urgencia de mejorar el proceso. Predominó un ritmo acelerado y protocolario, con raras narrativas breves permeadas por emociones; hubo acogida a demandas individuales y oportunidades para opinar. Se concluye que, aunque el PEA del CEI Felinas presentó brechas entre lo planificado y lo realizado y un carácter burocrático e informativo en sus registros, existieron estrategias para enriquecer experiencia y diálogo, pero de forma intermitente, individualizada y no sistemática. Como marca de la praxis docente, se valoraron los intercambios de vivencias, limitados por la falta de profundización crítica y reflexiva. Carta a la comunidad, libro electrónico y encuentros formativos se proponen como intervención y socialización del recorrido.spa
dc.description.provenanceSubmitted by Nadir Basilio (nadirsb@uninove.br) on 2026-02-12T14:32:13Z No. of bitstreams: 1 Debora Carubbi Clete.pdf: 28755075 bytes, checksum: a2fba0525d51ce98dd9bc3a84d985381 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-02-12T14:32:13Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Debora Carubbi Clete.pdf: 28755075 bytes, checksum: a2fba0525d51ce98dd9bc3a84d985381 (MD5) Previous issue date: 2025-12-15eng
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Nove de Julhopor
dc.publisher.departmentEducaçãopor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUNINOVEpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação Profissional em Gestão e Práticas Educacionaispor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectformação continuadapor
dc.subjectPEApor
dc.subjectexperiênciapor
dc.subjectdiálogopor
dc.subjecteducação infantilpor
dc.subjectcontinuing educationeng
dc.subjectPEAeng
dc.subjectexperienceeng
dc.subjectdialogueeng
dc.subjectearly childhood educationeng
dc.subjectformación continuaspa
dc.subjectPEAspa
dc.subjectexperienciaspa
dc.subjectdiálogospa
dc.subjecteducación infantilspa
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpor
dc.titleProjeto Especial de Ação (PEA) na educação infantil: a interseção experiência-diálogo entre o planejado e o realizado.por
dc.title.alternativeSpecial Action Project (PEA) in early childhood education: the experience–dialogue intersection between the planned and the enactedeng
dc.title.alternativeProyecto Especial de Acción (PEA) en educación infantil: la intersección experiencia-diálogo entre lo planificado y lo realizadospa
dc.typeDissertaçãopor
Aparece nas coleções:Programa de Pós-Graduação Profissional em Gestão e Práticas Educacionais

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