???item.export.label??? ???item.export.type.endnote??? ???item.export.type.bibtex???

Please use this identifier to cite or link to this item: http://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/2132
Tipo do documento: Tese
Título: Crianças em cena: subjetividade, infância e educação infantil
Título(s) alternativo(s): Children on scene: subjectivity, childhood and child education
Niños em escena: subjetividad, infancia e educaión infantil
Enfants dans la scène: subjectivité, enfance et éducation des enfants
Autor: Pisaneschi, Lucilene Schunck Costa 
Primeiro orientador: Roggero, Rosemary
Primeiro membro da banca: Roggero, Rosemary
Segundo membro da banca: Giovinazzo Júnior, Carlos Antônio
Terceiro membro da banca: Vercelli, Lígia de Carvalho Abóes
Quarto membro da banca: Souza , Carlos Bauer de
Quinto membro da banca: Sanches, Emília Cipriano
Resumo: A presente pesquisa traz, como objeto de estudo, a subjetividade infantil tendo como norte a seguinte indagação: como as relações socioculturais tecidas no seio da escola de educação de crianças interferem na construção dessa subjetividade? Diante da finalidade de compreensão das correlações existentes entre a objetividade social e cultural, produzidas no âmbito da escola de crianças, e o percurso de individuação infantil, estabelecemos como objetivos específicos: compreender o papel da Indústria Cultural frente à negação da subjetividade infantil; apreender os elementos presentes na escola de educação de crianças que têm negado a individuação dos pequenos; e identificar as formas de resistência produzidas pelas crianças frente aos elementos que têm negado sua subjetivação. O pressuposto central da presente tese é a de que a escola de crianças funciona como um instrumento privilegiado no processo de construção da subjetividade infantil. Tal pressuposto nos levou a elencar as seguintes hipóteses: a Indústria cultural, ao criar mecanismos que inserem as crianças no universo adulto pelo viés do consumo, atua de forma contundente na negação da subjetividade infantil; no âmbito da escola de crianças, a tendência que tem marcado as relações socioculturais estabelecidas entre elas e os adultos é a de negação da subjetividade dos pequenos. Do ponto de vista teórico-metodológico, pautamo-nos na Teoria Critica da sociedade, sobretudo, nas contribuições dos pesquisadores da primeira geração da Escola de Frankfurt. Os procedimentos metodológicos tiveram como escopo a observação participante realizada em uma Escola Municipal de Educação Infantil da cidade de São Paulo. Tal observação foi traduzida no corpo da pesquisa por meio de cenas do cotidiano escolar que nos apresentaram as ambiguidades dos processos relacionais nela desenvolvidas. O percurso investigativo nos revelou os mecanismos pelos quais a indústria cultural tem atuado na negação da subjetividade infantil; as formas como as relações socioculturais estabelecidas no cotidiano escolar corroboram para a tendência da negação da subjetividade infantil e, por fim, demonstram as formas de resistência criadas pelos pequenos diante das situações que os negam em suas individualidades. Ao terem suas subjetividades negadas, as crianças constroem, no interior da própria negação, ações de transgressão e subversão que traduzem o contínuo percurso de construção-desconstrução-reconstrução da individualidade infantil.
Abstract: The current research brings as object of study the child subjectivity having as guiding element the following inquiry: how do the socio-cultural relations interfere on the construction of this subjectivy? Given the purpose of understanding the correlation between social and cultural objectivity produced within the children’s school and the course of child individuation, we establish as specific objectives: understand the role of the Cultural Industry facing the denial of child subjectivity; apprehend the involved elements in the school of child education that have been denying the individuation of the little ones; and identify the opposition produced by the children in front of this elements that have been denying their subjectivation The main assumption of this thesis is the one that the school of children works as a privileged instrument on the process of the construction of the child subjectivy. This assumption made us come to the following hypothesis: The Cultural Industry creating mechanisms that put the children on the grown-up’s universe by the consumption works in a forceful way on the denial of the child subjectivy; in the environment of the children’s school, the trend that has been dictating the socio-cultural relations between them and the adults is the denial of this subjectivity of the children. In the theoretical-methodological perspective, we based ourselves on the Critical Theory of Society, mainly on the contributions of researchers from the first generation of The Frankfurt School. The methodological procedures had as a scope the observation done in an Elementary School in the city of Sao Paulo. This observation can be seen on the essay by scenes of the daily routine of the school that showed us the ambiguities of the related procedures developed there. The investigative path revealed us the mechanisms by which the cultural industry has been acting on the denial of the child subjectivity; the ways the socio-cultural relations established on the daily routine support the tendency of the denial of the child subjectivy and finally demonstrate the ways of resistance produced by the children facing the situations the deny their individualities. By having their subjectivies denied, the children build inside their own denial, transgression and subversion actions that illustrate the continuous path of construction-deconstruction-reconstruction of the child individuality.
Esta investigación, trae como objeto de estudio la subjetividad infantil, teniendo como norte el siguiente interrogante: cómo las relaciones socioculturales tejidas en el seno de la escuela de educación infantil, interfieren en la construcción de esa subjetividad? Delante de la finalidad de comprensión de las correlaciones existentes entre la objetividad social e cultural, producida en el ámbito de la educación infantil, y el trayecto de individualización infantil, establecemos como objetivos específicos: comprender el papel de la Industria Cultural frente a la negación de la subjetividad infantil; asimilar los elementos presentes en la escuela de educación infantil que han negado la individualización de los pequeños; e identificar las formas de resistencia generadas por los niños frente a los elementos que han negado su subjetivación. La suposición principal de esta tesis se basa en que la educación infantil funciona como un instrumento privilegiado en el proceso de la construcción de la subjetividad infantil. Tal suposición nos llevó a considerar las siguientes hipótesis: La Industria Cultural, al crear mecanismos que incorporan los niños en el universo adulto por el sesgo del consumo, actúa de forma contundente en la negación de la subjetividad infantil; en el ámbito de la educación infantil, la tendencia que ha marcado las relaciones socioculturales ente ellos y los adultos es la de negación de subjetividad de los pequeños. Desde el punto de vista teórico-metodológico nos guiamos por la Teoría Crítica de la sociedad, principalmente, en las contribuciones de los investigadores de la primera promoción de la Escuela de Frankfurt. Los procedimientos metodológicos tuvieron como propósito la observación participativa realizada en una escuela municipal de Educación Infantil de la ciudad de Sao Paulo. Tal observación fue traducida en el cuerpo de la investigación por medio de escenas del cotidiano escolar que nos presentaron las ambigüedades relacionales en ella desarrollados. El curso investigativo nos reveló los mecanismos por los cuales la industria cultural ha actuado en la negación de la subjetividad infantil; las formas como las relaciones socioculturales establecidas en el cotidiano escolar corroboran la tendencia de la negación de la subjetividad infantil y por fin, demuestran las formas de resistencia creadas por los pequeños delante de las situaciones que les niegan su individualidad. Al tener sus subjetividades negadas, los niños construyen, en el interior de la propia negación, acciones de transgresión y subversión que traducen el continuo camino de construcción-desconstrucción-reconstrucción de la individualidad infantil.
La présente recherche porte comme l’objet d’étude la subjectivité de l’enfant et pose la question la plus importante: comment les relations socioculturelles tissées dans l’école d’éducation des enfants interfèrente-elles dans la construction de cette subjectivité? A fin de comprendre la corrélation entre l’objectivité sociale et culturelle produites au sein de l’école d’enfants et le cours d l’individualisation de l’enfant, nous nous sommes fixé des objectifs spécifiques: comprendre le rôle de l’Industrie Culturelle en relation avec la négation de la subjectivité de l’enfant, saisir les éléments présents; et d’identifier les formes de résistence produites par les enfants par rapport aux éléments qui ont nié leur subjectivation. Le présupposé central de cette thèse c’est que l’école fonctionne comme un instrument qui privilégie le processus de la construction de la subjectivité de l’enfant. Ce presupposé nous a conduit à énumérer les hypothèses suivantes: L’industrie culturelle, en créant des mécanismes qui insèrent les enfants dans l’univers adulte par les briais de la consommation agi avec force dans le déni de la subjectivité de l’enfant; dans le contexte de l’école des enfants, la tendance qui a marqué les relations socioculturelles établis entre eux et les adultes est la négation de la subjectivité des tout-petits. D’un point de une théorique et méthodologique, nous nous concentrons sur la Théorie Critique de la societé et surtout sur les contribuitions des chercheurs de la première génération de l’école de Francfort. Les procédures méthodologiques étaient basées sir l’observation participante realisée dans une école municipale d’éducation de la petite enfance de la ville de São Paulo. Cette observation a été traduite dans le corps de la recherche à travers des scènes de la routine scolaire qui nous ont présenté les ambiguïtés des processos relatinarels développés. Le cours d’investigation a révélé le mécanismes par lequels l’industrie de la culture a agi dans la négation de la subjectivité de l’enfant, la manière dont les relations socioculturelles établies dans l avie quotidienne de l’école corrobore la tendance à la négation de subjectivité infantile, et enfin, démontre les formes de résistence créées par les petits face à des situations qui les nient dans leurs individualités Les subjectivités refusées, les enfants construisent le processus continu de construction – déconstruction – reconstruction de l’individualité infantile.
Palavras-chave: criança
educação infantil
infância
subjetividade
teoria crítica
child
child education
childhood
subjectivity
critical theory
niños
educación infantil
infancia
subjetividad
teoría crítica
enfant
éducation de la petite enfance
enfance
subjectivite
theorie critique
Área(s) do CNPq: CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO
Idioma: por
País: Brasil
Instituição: Universidade Nove de Julho
Sigla da instituição: UNINOVE
Departamento: Educação
Programa: Programa de Pós-Graduação em Educação
Citação: Pisaneschi, Lucilene Schunck Costa. Crianças em cena: subjetividade, infância e educação infantil. 2019. 169 f. Tese( Programa de Pós-Graduação em Educação) - Universidade Nove de Julho, São Paulo.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
URI: http://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/2132
Data de defesa: 5-Aug-2019
Appears in Collections:Programa de Pós-Graduação em Educação

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Lucilene Schunck Costa Pisaneschi.pdfLucilene Schunck Costa Pisaneschi1,76 MBAdobe PDFDownload/Open Preview


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.